Pausa
Oi, meu povo!
Esse momento chegou: vou dar uma pausa por tempo indeterminado nas edições da newsletter.
Comentei aqui em alguma edição recente, e quem me conhece pessoalmente já sabia, que eu não estou no Brasil por uma temporada de pelo menos dois anos. Antes de partir, muitos amigos perguntaram se eu continuaria com a newsletter, e a resposta que dei foi que testaria por um mês, sentindo como seria manter as edições nesse novo contexto. Agora, neste momento de foco total na adaptação ao novo país e ao novo trabalho, percebi que, por mais prazeroso que seja selecionar e divulgar os shows do Sesc, isso acabou virando mais uma demanda numa lista que já está cheia. Era algo que fazia todo o sentido dentro da minha rotina em São Paulo, mas que agora não se encaixa mais.
Sendo assim, decidi fazer essa pausa. Ninguém sabe o dia de amanhã, tudo pode mudar, mas, por ora, tomo essa decisão com um aperto no coração.
Foi pouco mais de um ano em que as 59 edições da newsletter ajudaram a proporcionar muitos encontros em shows lindos e emocionantes, alguns em pé, outros sentados, mas sempre na companhia de gente querida.
Fiquem de olho no site do Sesc: a revista Em Cartaz deve sair ainda hoje, e em outubro o elegantíssimo Sesc Jazz retorna com tudo em diversas unidades.
Se quiserem seguir acompanhando agendas culturais parecidas, recomendo newsletters que gosto:
Ao Vivo, do Renan Dissenha, com agenda geral de shows em São Paulo (e, para assinantes pagos, também os shows do Sesc).
Ladrilho Hidráulico, do Guilherme Weneck, sempre com ótimas dicas.
Sobre cinema tem o querido Pedro vai ao Cinema com dicas e programação, e a newsletter coletiva Cinema em São Paulo com a programação do cinema “cult” na capital paulista.
E, claro, a mãe das newsletters no Substack Brasil, Gaía Passarelli com sua Tá Todo Mundo Tentando, reflexões e sugestões que valem a leitura.
A vida é feita de ciclos, né? Por aqui, talvez eu embarque em um novo projeto envolvendo escrita ou fotografia, agora dentro de uma nova cultura. É curioso perceber como certos hábitos e práticas do cotidiano, que à primeira vista soam estranhos, se revelam partes de histórias e tradições tão legítimas quanto as nossas. E o quanto o olhar estrangeiro precisa sempre estar atento para não generalizar. Às vezes me pergunto: o que eu acharia de certas tradições do Brasil se não tivesse nascido aí?
É isso! Nos vemos em breve, nos Sescs, no Brasil ou em algum canto do mundo.
Com carinho,
Cayo



Vai fazer falta, torcendo pra que volte em algum momento! E obrigado pela indicação da minha news! 🥰
vai fazer falta! te desejo bons ventos, abraço